Fortalecimento da Cultura Afro-Brasileira em Campinorte: Entrega de Uniformes para Grupos de Capoeira com incentivo da Lei Paulo Gustavo

capoeira

Campinorte, GO – Em um evento que marcou a valorização das tradições culturais e esportivas da região, a feira coberta de Campinorte se tornou palco para uma iniciativa significativa no último dia 04 de fevereiro. Cerca de 30 alunos dos grupos de capoeira Ave Branca, liderado pelo professor Josafá, e Arte Secular, sob a orientação do professor Chocolate, receberam uniformes novos, simbolizando um importante passo para o fortalecimento dessa expressão artística afro-brasileira na cidade.

O evento não só destacou a importância da capoeira como uma prática esportiva e cultural, mas também reforçou o compromisso da comunidade com a manutenção de suas raízes e tradições. A entrega dos uniformes, além de ser um gesto de apoio aos praticantes, representa uma valorização da história e da cultura afro-brasileira, elementos fundamentais na formação cultural do país.

A capoeira, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, é uma arte que combina elementos de dança, luta, música e tradição oral, originada dos tempos da escravidão no Brasil. Em Campinorte, os grupos Ave Branca e Arte Secular têm desempenhado um papel crucial na preservação dessa herança cultural, oferecendo aulas e workshops para pessoas de todas as idades e promovendo eventos que aproximam a comunidade local da prática.

Durante a cerimônia de entrega, ambos os professores ressaltaram a importância do apoio contínuo à capoeira e à cultura afro-brasileira. “Esses uniformes são mais do que apenas vestimenta; são um símbolo de pertencimento, respeito e continuidade de uma tradição que define nossa identidade cultural”, afirmou o professor Josafá. O professor Chocolate complementou, destacando o papel da capoeira na formação de jovens: “A capoeira ensina disciplina, respeito e a valorização da nossa história. Ver esses jovens recebendo seus uniformes é um lembrete da responsabilidade que temos em manter viva essa arte.”

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